terça-feira, 13 de maio de 2014

ROQUE


ROQUE
   Domingo, 27/04/2014, foi o dia em que  ele chegou.
Nasceu em março de uma ninhada de sete filhotes, misto de labrador (mãe) e pastor alemão (pai).


A acolhida e convivência com Bela e Champ, desde então, 
vem sendo construída. 


















O nome Roque, dado pelo papai Edvaldo, numa homenagem a esse outro Roque... já no céu canino.

domingo, 11 de maio de 2014

Mãe / Thelma Regina Siqueira Linhares

 Mãe
Thelma Regina Siqueira Linhares

Mãe
Mãe-geradora
Mãe-adotiva
Mãe-avó
Mãe-tia
Mãe-irmã
Mãe-madrinha
Mãe-madrasta
Mãe-vizinha
... tanto tipo de mãe.
E um só sentimento
AMOR!

www.usinadeletras.com.br em 16/12/2001






Atormentada
Thelma Regina Siqueira Linhares

Como ela está atormentada!... 

Não tanto pela idade - tantos há que com 75 anos estão lúcidos, ativos, felizes! 

Muito mais pela doença depressiva, que, ao longo de sua vida, foi se instalando, variando em aspectos, durabilidade e freqüência. 

Infelizmente, nos últimos anos, tendo sido a mais constante característica de seu existir. 

E como acarreta sofrimentos! Para ela própria e para todos que convivem com ela no seu dia-a-dia. 

Na juventude, já mãe, era a típica do lar. 

Depois, viúva, teve que arcar, sozinha, com a educação de duas filhas, ainda, crianças. Dedicada, embora não soubesse demonstrar a afetividade através de gestos e carinhos. 

Na maturidade, começam a aparecer as primeiras manisfestações da depressão, com mudanças bruscas de humor, cada vez mais frequentes. 

O tempo vai passando numa sucessão contínua de dias, meses e anos, que, vivenciado se materializa, se torna palpável, sofrível. 

Agora, na velhice, mamãe já não sonha. Vive atormentada por pesadelos imaginários, que agitam e entristecem seu cotidiano.

www.usinadeletras.com.br / Crônicas / 27/01/2002


Ela é pernambucana
Thelma Regina Siqueira Linhares

Ela é pernambucana, portanto brasileira. 
E brasileira bem típica: Mulher. 
Pobre. 
Idosa. 
Aposentada. 
Nunca frequentou escola. Lê muito pouco e escreve desenhando o próprio nome. Nascida no interior -Paudalho -, numa época em que as escolas rurais eram raridade, em que meninas pobres não tinham direitos defendidos e que a própria família não valorizava os estudos - saber ler era coisa de ricos. 
Ela é pernambucana, portanto brasileira. 
E brasileira bem típica: Mulher. 
Pobre. 
Idosa. 
Aposentada. 
Adolescente, ainda, migrou para a cidade grande - Recife - a capital pernambucana. Sem qualificação foi trabalhar na casa dos outros. Cozinhar. Lavar. Arrumar. Tomar conta de crianças. Uma maratona diária, mal paga, sem prestígio e sem status. 
Ela é pernambucana, portanto brasileira. 
E brasileira bem típica: Mulher. 
Pobre. 
Idosa. 
Aposentada. 
Há mais de cinqënta anos está ligada a uma mesma família. Sentiu na pele, por décadas, os tabus e preconceitos de ser doméstica. Mas quatro gerações aprenderam a amá-la e respeitá-la pela sabedoria que tira do dia-a-dia e da própria experiência, pois a vida lhe ensinou quase tudo o que sabe. 
Ela é pernambucana, portanto brasileira. 
E brasileira bem típica: Mulher. 
Pobre. 
Idosa. 
Aposentada. 
E que ainda sonha. Com mais que o salário-mínimo na aposentadoria. Com uma casinha. Com a saúde e possibiidades de comprar remédios. Com o respeito a direitos elementares, como por exemplo, subir no ônibus, ao dar, ela própria, sinal de parada. 
Ela é pernambucana, portanto brasiliera. 
E brasileira bem típica: Mulher. 
Pobre. 
Idosa. 
Aposentada. 
E, ainda: Madrinha. 
Mãe de criação. 
Avó de coração. 
Obrigada, Dinha! 
E que Deus a abençoe, eternamente!

www.usinadeletras.com.br / Crônicas / 16/02/2002

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Arte na areia









BELA e CHAMP 
antes da arte na areia.




A chuva, também, faz arte na areia.


Areia lavada usada em construção. 
Areia de rio.

Champ e Bela



terça-feira, 29 de abril de 2014

Presente: DRACENAS

As dracenas em foto de abril/2014.


Não sei quem plantou o pé de dracena no prédio. O fato é que ele foi crescendo e se multiplicando em galhos. Em foto de 2011, abaixo, estava exuberante, incluindo flores.


Em 2008 já tinha um pezinho de dracena vermelha, que ocupava lugar de destaque na entrada do apartamento.

Tico à sombra da dracena olhando a rua...
Foi dona Otávia quem deu uma muda de variedade da dracena vermelha, com bordas de folhas rosa-choque. Na foto abaixo, é possível ver as duas variedades e observar as diferenças no formato das folhas e no tom das cores.


A terceira variedade, uma miniatura de dracena vermelha, trouxe da Ilha de Itamaracá, da casa de Jandira. Na foto, além de Minho, dá para observar os pezinhos das plantas.


 Em nosso jardim, foram plantadas no canteiro definitivo. 
Em pouco mais de dois anos, dá para ver o quanto cresceram e quantos filhotes nasceram. Alguns resultaram de propagação de estaquias, que é a forma mais comum de fazer novas mudas.




Sites sobre dracenas:

http://www.jardineiro.net/plantas/dracena-vermelha-cordyline-terminalis.html

http://www.fazfacil.com.br/jardim/dracena-vermelha-cordyline/

http://terracotajardinagem.com.br/?tag=cuidados-com-a-dracena-vermelha

http://www.ehow.com.br/cuidar-dracenademadagascar-dracaena-marginata-como_61171/

dracenas em 1º de maio de 2014

sábado, 26 de abril de 2014

Presente: ZAMIOCULCAS

Zamioculcas  (zamioculcas zamiifolia)

 
As zamioculcas em abril/2014



A matriz da zamioculca veio desse pé, retirando duas hastes que estavam tombando. Da casa de Ademilde, em Gravatá/Pe. Lembranças dela, que voltou para São Paulo, anos depois.  

Foto dos dois pezinhos meses após o plantio, totalmente adaptado.


Ano e meio depois, a zamioculca com vários pés e um visitante: louva-a-deus, que se deixou fotografar em vários flashs. 
Posteriormente, post com ele. 

Em Olinda, fizemos divisão de touceira e, assim, vários pés de zamioculcas foram crescendo.


Alguns nasceram a partir de folhas e hastes.




 


E flores, várias, floriram ao longos dos últimos três anos.



Nome popular: Zamioculca
Nome científico: Zamioculcas Zamiifolia
Família: Araceae
Origem; África (Tanzânia e Zamzibar)



A zamioculca é uma planta ideal para interiores.
Adapta-se em local iluminado sem incidência direta do sol, que pode provocar queimaduras nas folhas.
(Aqui em casa, recebe luz solar antes das 7 horas da manhã).

A rega deve ser espaçada, pois a planta não tolera ficar encharcada, o que pode apodrecer a raiz (rizoma).


É uma planta tóxica, portanto cuidados especiais são necessários em relação a crianças pequenas e animais domésticos.

Sites sobre a planta


quinta-feira, 17 de abril de 2014

Encontros esperados, histórias e flashs: LAVANDEIRA (Fluvicola nengeta)

As lavandeiras costumam visitar nosso jardim várias vezes ao dia.
À tardinha, fico à espera para fotografá-las ou, simplesmente, 
escutar seus cantos curtos e agudos, observar seus saltitos apressadinhos no chão ou vê-las posando nos mamoeiros.

















A lavandeira (Fluvicola nengeta) é muito comum no Nordeste brasileiro.

Possui vários nomes populares: lavadeira por conta de viver perto d'água, 
lavandeira mascarada devido à faixa escura na altura dos olhos e
 noivinha em alusão à coloração, predominante, branca das penas.
E ainda: maria-branca, maria-lencinho, bertolinha, pombinho-das-almas, 
senhorinha e ladeira-de-Deus.




É uma ave de espaço aberto não sendo possível aprisioná-las em gaiolas. (Que bom!!!)
E, também, não devem ser alvejadas porque, segundo crendices populares, foram elas que 
lavaram as roupas de Nossa Senhora e do Menino Jesus.
Talvez por isso não parecem demonstrar medo do ser humano...
(O que é bom demais!!!)

 




...aguardando encontros vindouros para:
1-  fotografar movimentos de asas abrindo e fechando rapidamente em momentos de corte
2- fotografar o casal mostrando diferenças de tons na região dorsal do macho (mais escura)
3-  gravar o canto curto e agudo
4-  gravar canto em ritmos e tons mais complexos


Sites sobre as lavandeiras mascaradas ou noivinhas: