quinta-feira, 7 de maio de 2015

ROQUE (post 2)






Pouco mais de um ano que ROQUE está conosco. 
Presente de Consuelo, que o trouxe em 27/04/2014, 
com menos de 2 meses.


Aos poucos, o pequeno cachorro foi definindo seu espaço entre Bela e Champ que reinavam absolutos em casa, até então.



 Um comportamento que foi preciso corrigir: deixar de por as patinhas na bacia da água. Meses a fio, as bacias ficaram ladeadas por tijolos, impedindo que essa bagunça acontecesse...
 






 Algumas trelas preferidas de Roque:

Já foram algumas sandálias mordidas ou escondidas...

























 alguns jarros precisaram ser substituídos...

Tempo corre, também pra cachorro...





... E, no dia 04/01/2015 
nasceram os sete filhotinhos de Bela e Roque...


Somente depois de 40 dias é que começa a se estabelecer 
alguma relação entre os auaus... 
No início, com muito cuidado por parte dos humanos, mas 
Roque vai se revelando um babá muito atencioso.





E vai ensinando aos pequenos: algumas trelas... algumas brincadeiras mais pesadas.




Apesar do tempo, ele é o Bebêêê! 




segunda-feira, 4 de maio de 2015

Descobertas no jardim: FLORZINHAS


Foi essa pequenina flor
que me deu a ideia de fotografar 
as flores que nascem sem serem plantadas e que, em  geral, 
são ceifadas quando da capinagem de jardins
ou do reparo de calçadas...
Assim, numa manhã de maio, 
também considerado o mês das flores, 
fui buscar alguns flashs desses bônus da natureza!


Essa chega a se estender formando um tapete de florzinhas lilás... não encontrado naquela manhã.


Os capins também exibem flores, 
como a sequência de fotos a seguir:

 



 E, entre elas,  as flores da Chanana ou Xanana, 
também chamada de Damiana, Flor-do-Guarujá ou Albina.

Nascido numa fresta do piso de cimento e o muro, 
esse viçoso maciço de chanana, no todo e em detalhe.


segunda-feira, 27 de abril de 2015

Presente: JERIMUN ou ABÓBORA


Pra começar: JERIMUN ou ABÓBORA
Eu prefiro falar JERIMUN.
Talvez por ser nordestina... ou por associar abóbora 
aos contos de fada... Sei lá... 
Importante aqui no post é o registro fotográfico 
e breve comentário ilustrativo de exemplar que surgiu no 

jardim lá de casa (*)

O pezinho nasceu sem ser plantado. Com certeza de alguma semente mais forte que germinou da compostagem que fizemos meio improvisada, ainda. Não sei o tempo que levou pra crescer. Fato é que algumas folhas ficaram enormes. Lindas. Viçosas. 
Dá para imaginar o tamanho, a partir do meu pé, 35... kkkk.


Alguns botões de flores despontaram

para que flores desabrochassem e chamassem, também, 
atenção de abelhas.


Tempo depois, o jerimun começou a crescer.


 Não sei quanto tempo levou para se desenvolver.


Finzinho de agosto, chegou o tempo da colheita...
 tarefa que coube a Edvaldo.

 (*) No jardim lá de casa (meu livro inédito de poesia)

segunda-feira, 23 de março de 2015

Presente: LARANJEIRAS

Esta laranjeira nasceu por acaso no quintal 
e pra cá foi replantada em meados de 2014, 
para ocupar o espaço que foi de uma outra árvore, cuja história/memória aqui registrada.


A laranjeira foi comprada junto com outras mudas frutíferas no início de 2011. E foi crescendo sob os nossos cuidados. 


No começo de 2014, o pé de laranjas estava carregadinho.
A primeira e única safra foi generosa.

Edvaldo fez a colheita de quase uma centena de laranjas peras.

Laranjas consumidas in natura ou em sucos.